A Galeria Nacional de Arte Moderna e Contemporânea de Roma, instituída em 1883 com a missão de documentar a arte “viva”, é hoje um museu com duas almas, assim como dois são os séculos que ela abrange, o XIX e o XX.
Suas importantes coleções, de fato, por um lado refletem os acontecimentos culturais do Estado unitário, inclusive em suas projeções internacionais; por outro lado, são a grande reserva histórica do sistema da arte contemporânea na Itália.
A Galeria Nacional de Arte Moderna conserva mais de 24.000 obras entre pinturas, esculturas e gravuras, abrigadas tanto na sede principal quanto nos museus satélites, que cobrem um arco temporal que vai do século XIX aos primeiros do século XXI. Grande parte da coleção é constituída por gravuras que, por motivos de conservação, são expostas em exposições temporárias organizadas pelo próprio museu ou realizadas em outras instituições. Nos espaços expositivos são visíveis – entre salas, jardins e exposições rotativas – cerca de 900 obras.
A exposição ocupa cerca de 10.000 m². No setor dedicado às exposições (EXPO 1 e EXPO 2) são montadas regularmente exposições relacionadas com os artistas e com as obras da coleção. Há uma sala educativa polifuncional. No exterior da ala leste do museu encontra-se um jardim projetado por Paolo Pejrone.

