Suas origens são muito antigas (1043-1053), embora a estrutura românica primitiva tenha sofrido muitas modificações ao longo dos séculos.
Além da bela igreja de nave única, cujo coro exibe relevos do século XVII sobre a vida de São Nicolau, das obras assinadas por Palma, o Velho e Palma, o Jovem, do elegante claustro do século XVI e do campanário barroco, o convento é famoso por conservar desde 1101, após um aventureiro furto na Terra Santa e uma milenar disputa com os barese, as relíquias de São Nicolau, bispo de Mira e padroeiro dos navegantes.
Nas águas defronte, acontecia antigamente, no dia da Sensa (a Ascensão), o Casamento do Mar. Uma cerimônia carregada de simbolismos, durante a qual o Doge jogava um anel no mar dizendo: “Nós te casamos, ó mar, como sinal de verdadeiro e perpétuo domínio”.

