“O Divisionismo” é uma exposição permanente inaugurada em 26 de maio de 2012. A coleção documenta um momento fundamental da cultura artística italiana entre os séculos XIX e XX em todo o seu contexto histórico e social, por meio do diálogo do núcleo original de telas de Giuseppe Pellizza da Volpedo com as aquisições posteriores e direcionadas de obras de importantes artistas que, no âmbito nacional, foram intérpretes da “pintura dividida”.
As pinturas traçam um percurso de alto nível, desde a experimentação cromática da scapigliatura, à aplicação mais madura da técnica dividida por artistas socialmente engajados dos anos 1890 até as abordagens empíricas no simbolismo e os primeiros ensaios dos futuristas para os quais o divisionismo constituía a linguagem da modernidade. A montagem, ao contrário do catálogo da coleção que segue uma ordem cronológica, visa também evidenciar afinidades entre obras de diferentes áreas geográficas, buscando comparações incomuns, às vezes até surpreendentes. Exemplos são a relação entre Serafino Macchiati e Giacomo Balla durante uma breve parceria parisiense em 1900, ou entre Guglielmo Amedeo Lori, Plinio Nomellini e Benvenuto Benvenuti, unidos pela matriz toscana comum, filtrada pelo amadurecimento de suas poéticas pessoais. Entre os expoentes dos diversos divisionismos, não se pode esquecer o tortonês Angelo Barabino, a quem foi dedicado um merecido tributo com uma sala expositiva que representa sua produção mais intensa e criativa.
Informações sobre a Pinacoteca da Fundação Caixa de Poupança de Tortona
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15057 Tortona (Alexandria)
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Fonte: MIBACT

