Visitar Bolonha é sempre uma experiência surpreendente para todos que a veem pela primeira vez, graças aos inúmeros monumentos e pontos de interesse concentrados nesta cidade. Este guia vai ajudar na organização da sua visita, para que possa decidir o que ver em Bolonha e o que fazer.
- O que fazer em Bolonha: roteiros e pontos turísticos
- O que ver em Bolonha: lugares para visitar
- 1 Piazza Maggiore
- 2 As duas Torres, Garisenda e degli Asinelli
- 3 A Fonte de Netuno
- 4 Os Pórticos de Bolonha
- Igrejas de Bolonha, basílicas e mosteiros imperdíveis
- 5 Basílica de San Petronio
- 6 Basílica de San Domenico
- 7 Santuário de San Luca
- 8 Basílica de Santo Stefano
- 9 San Colombano
- 10 Igreja de Santa Cristina della Fondazza
- 11 Capela de Santa Maria dei Carcerati no Palazzo Re Enzo
O que fazer em Bolonha: roteiros e pontos turísticos
Há muitos lugares de interesse em Bolonha que recomendamos visitar. Não importa se você tem pouco tempo disponível, este guia ajudará a entender o que ver em Bolonha em um dia sem abrir mão do que é mais importante.
O que ver em Bolonha: lugares para visitar
1 Piazza Maggiore
Piazza Maggiore é o belo salão de Bolonha. Animada, cheia de gente a qualquer hora do dia, exibe joias arquitetônicas como a Basílica de San Petronio com sua característica fachada bruta e inacabada, a Sala Borsa em estilo Liberty, onde foi criada uma moderníssima biblioteca multimídia. Palácios medievais e renascentistas, entre eles o Palazzo Re Enzo. A praça é o lugar favorito de encontro para turistas e moradores; antigamente era o centro da política da cidade. Aqui você também encontrará o Palazzo Comunale, reconhecível pela estátua do Papa Gregório VIII no portal central. No interior, não deixe de visitar a Sala Farnese, realmente muito sugestiva.

2 As duas Torres, Garisenda e degli Asinelli
Símbolos de Bolonha conhecidos mundialmente. Estes três monumentos ficam na entrada da cidade, na via Emilia. Devem sem dúvida constar na lista “Bolonha: o que ver”.

3 A Fonte de Netuno
A Fonte de Netuno é obra de Gianbologna. Localiza-se na Piazza del Nettuno, entre o Palazzo comunale e o Palazzo del Podestà. É uma das fontes mais bonitas do século XVI.

4 Os Pórticos de Bolonha
Uma das características de Bolonha são os pórticos, cuja extensão total alcança cerca de 40 km: um marco único na Itália, talvez no mundo, com origens que remontam à Idade Média e à fundação da universidade. Sob o suntuoso pórtico do Pavaglione, a poucos passos da Piazza Maggiore, ocorria o comércio de sedas finas; o pórtico da Igreja de Santa Maria dei Servi brilha novamente após as reformas, e o longuíssimo caminho coberto que sobe a colina de San Luca compensa amplamente o esforço da caminhada.

Igrejas de Bolonha, basílicas e mosteiros imperdíveis
5 Basílica de San Petronio
A Basílica de San Petronio ficou inacabada: segundo o projeto original deveria ter o tamanho da Basílica de São Pedro. Continua sendo, porém, a sexta maior igreja da Europa, uma das mais importantes para a comunidade cristã.

6 Basílica de San Domenico
A Basílica de San Domenico data do século XIII e abriga várias obras importantes de Michelangelo.

7 Santuário de San Luca
O Santuário de San Luca, também chamado de Santuário da Madonna de San Luca, fica no Monte da Vigilância e é visível de quase todos os pontos de Bolonha. Edifício imponente, é um dos santuários mais fascinantes de Bolonha, junto à Igreja de San Giacomo Maggiore e à Basílica de Santo Stefano. Pode ser alcançado também pelo longuíssimo caminho coberto que sobe a colina de San Luca.

8 Basílica de Santo Stefano
Perto das Torres Garisenda e degli Asinelli, e acessível também pela linda Corte Isolani, está a Basílica de Santo Stefano, chamada “sete igrejas“, embora, na verdade, as igrejas restantes sejam quatro, encaixadas uma dentro da outra, construídas entre o século IV e o XIX. Não perca o maravilhoso claustro românico.

9 San Colombano
San Colombano é um complexo eclesiástico formado por uma série de edifícios agregados ao longo dos séculos, desde o século VII. Na recente restauração foram descobertos um crucifixo mural do século XIII atribuído a Giunta Pisano, uma cripta medieval e uma sepultura do século XIII. Inaugurado em 21 de junho de 2010, o complexo abriga a coleção de instrumentos musicais antigos doada pelo Maestro Luigi Ferdinando Tagliavini, composta por cerca de noventa peças entre cravos, espinetas, pianos, clavicórdios e uma coleção de instrumentos de sopro e folclóricos datados entre os séculos XVI e XIX. Também conserva a biblioteca especializada do musicólogo bolonhês Oscar Mischiati.

10 Igreja de Santa Cristina della Fondazza
A Igreja de Santa Cristina della Fondazza que vemos hoje foi construída em 1602 por Giulio della Torre, arquiteto do círculo de Domenico Tibaldi. Seu interior de nave única destaca-se pela estreiteza do presbitério, que se transforma em uma caixa de ressonância, fazendo de Santa Cristina um instrumento musical arquitetônico onde o som se propaga com impressionante nitidez acústica. Desta característica surge o mito das “freiras que cantam”: na sala atrás da área absidal, as freiras cantavam protegidas de olhares indiscretos e sua voz, através de duas grades acima do altar maior, propagava-se sem eco e sem reflexos até a entrada. Fechada e reaberta várias vezes, após as expropriações napoleônicas, com a unificação da Itália a Igreja de Santa Cristina virou depósito militar e o convento, uma guarnição. Desde 2008, após as restaurações, está aberta ao público como auditório para música clássica e escola de canto gregoriano.
11 Capela de Santa Maria dei Carcerati no Palazzo Re Enzo
No interior da restaurada Capela de Santa Maria dei Carcerati, construída em 1371 por vontade do vigário pontifício Anglico de Grimoard e destinada ao conforto espiritual dos presos no vizinho Palazzo del Capitano, o artista inglês David Tremlett realizou um de seus wall drawings, combinando a arte do passado com o abstracionismo atual, criando um sentido de continuidade e ruptura ao mesmo tempo, que caracteriza muitas intervenções na região.
David Tremlett é um escultor que prefere esculpir o muro com cores, massageando-as nas paredes como suporte para seus trabalhos abstratos, que nascem de uma profunda relação emocional e projetual com o lugar escolhido e suas preexistências; suas formas geométricas e essenciais vibram através das cores e da luz, sempre em harmonia com a arquitetura que as hospeda e que está na raiz de seus conceitos artísticos.

