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Mônaco, o palácio dos Príncipes

Em Mônaco espera por você a cidade velha com suas vielas medievais conectadas por passagens abobadadas. Da place d’Armes chega-se ao Palais des Princes, residência canônica dos Grimaldi, anunciada pelo pátio onde domina uma bateria de canhões do século XV.

Anna Bruno
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 Quando a bandeira branca e vermelha está hasteada no palácio, significa que o príncipe está presente e o público não está autorizado a visitar. Um espetáculo que sempre atrai muitos curiosos é a troca da guarda às 11h55 em ponto, quando os carabineiros franceses do príncipe desfilam em perfeita sincronia diante da entrada. O palácio foi construído onde havia uma fortaleza genovesa de 1215 e sua conformação atual é resultado de uma restauração ocorrida no século XIX. Visita-se as galerias decoradas com afrescos mitológicos do século XVI, que levam aos apartamentos de representação sumptuosamente decorados, a sala do trono, o salão Mazarino e o de Luís XV, o pátio de honra, quadrangular e em estilo italiano, com uma dupla rampa de escadas em mármore de Carrara, que na estação quente serve de cenário para concertos; a capela palatina do século XVII e a torre Ste-Marie. Em uma ala também está sediado o Musée Napoléonien e os Arquivos Monegascos. O Palácio está aberto ao público entre junho e setembro, das 9h30 às 18h30. Do lado de fora, tem-se uma bela vista para o Port de Fontvieille, uma das áreas industriais do Principado. Sempre abaixo do Palácio são visíveis o novo estádio e o jardim das rosas da Princesa Grace, que conta com 3500 plantas de 150 variedades diferentes. Um agradável passeio pelo bairro antigo leva até a Catedral e os jardins exóticos. A primeira, em estilo românico-bizantino, foi construída em 1884 com a pedra branca de La Turbie. As peças mais preciosas estão na Chapelle des Princes, onde os Grimaldi são sepultados. O túmulo da Princesa Grace fica ali perto e está sempre adornado com rosas frescas. Na praça vizinha da Prefeitura encontra-se também a capela da Miséricorde de 1638.

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